Páginas

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Provérbios Africanos

"O tolo têm sede no meio de água."
"Uma mentira estraga mil verdades."
"Um inimigo inteligente é melhor que um amigo estúpido."
"Quando o rato ri do gato há um buraco perto."
"Se você está construindo uma casa e um prego quebra, você deixa de construir, ou você muda o prego?
"Para quem não sabe, um jardim é uma floresta."
"É melhor ser amado do que temido."
"O machado esquece; a árvore recorda."
"O cavalo que chega cedo bebe a água boa."
"Aquele que não cultiva seu campo, morrerá de fome.
"Quando um rei tem conselheiros bons, seu reino é pacífico."
"Não chame um cachorro com um chicote em sua mão."
"Sem vingança, os males do mundo um dia ficarão extintos."
"A igualdade não é fácil, mas o superioridade é dolorosa."
"O conhecimento é como um jardim: se não for cultivado, não pode ser colhido."
"O vento não quebra uma árvore que se dobra."
"Um peixe grande é pego com isca grande."
"Um camelo não zomba da corcunda de outro camelo."
"Uma filha tola ensina a sua mãe como carregar as crianças."
"A esperança é o pilar do mundo."
"O conhecimento não é a coisa principal, mas ações."
"Não importa quanto longa seja a noite, o dia virá certamente."
"Quando a lua não está cheia, as estrelas ficam mais brilhantes."
"Não pise no rabo do cachorro, e ele não o morderá."
"O coração do homem sábio encontra-se quieto como a água límpida."
"Não chame a floresta que o abriga de selva."
"As lágrimas que descem pelo seu rosto não tiram sua visão."
"Se sua lingua tranformar-se em uma faca, cortará sua boca."
"Um pouco de chuva a cada dia encherá os rios até transbordarem."
"Até que os leões tenham suas histórias, os contos de caça glorificarão sempre o caçador."
"O coração de um homem e o fundo do mar são insondáveis."
"Quem faz perguntas, não pode evitar as respostas."
"O homem é como palma-vinho: quando jovem, doce mas sem força; na velhice, forte mas áspero."
"Quando as teias de aranha se juntam, elas podem amarrar um leão."
"Quando seu vizinho está errado você aponta um dedo, mas quando é você que está errado esconde."
"Se você danificar o caráter de outro, você danifica o seu próprio."
"A chuva bate a pele de um leopardo, mas não tira suas manchas."
"Quando você é rico, você é odiado; quando você é pobre, você é desprezado."
"Ninguém testa a profundidade de um rio com ambos os pés."
"Deus esconde-se da mente do homem, mas revela-se ao seu coração."
"A lua move-se lentamente, mas cruza a cidade."
"Uma vaca tem que pastar onde ela está amarrada."
"Você não pode construir uma casa para o verão do ano passado."
"Depois de uma ação tola vem o remorso."
"Como a ferida inflama o dedo, o pensamento inflama a mente."
"Uma flor de morango não adoçará pão seco."
"Amor é como um bebê: precisa ser tratado com ternura."
"É a água calma e silenciosa que afoga um homem."
"Tenha parentesco com a hiena, e todas as hienas serão suas amigas."
"A ruína de uma nação começa nas casas de seu povo."

“Nunca se esquecem as lições aprendidas na dor.”
"Quando o galo está bêbado, esquece-se do gavião."
"Quem casa com a beleza casa-se com um problema."
"Não há nenhum remédio para curar ódio."
"O dinheiro é mais afiado do que uma espada."
"Um provérbio é o cavalo que pode levar alguém rapidamente à descoberta de idéias."
"O homem avarento está como um boi gordo: ele só dará a gordura quando for privado de sua vida."
"A doença acompanha uma lua minguante; uma lua nova cura a doença."

"A união do rebanho obriga o leão a ir dormir com fome."
"As crianças são a recompensa de vida."
"A água sempre descobre um meio."


Elaine 3°C

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

UMBANDA:
Religião que tem por base a prática da caridade e tem em uma de suas funções a elevação espiritual do médium e das entidades que governam o próprio médium.
A Umbanda é uma grande expressão religiosa nacional com maiores laços com o Rio de Janeiro. Irradiou-se para os Estados de Minas Gerais, São Paulo e demais estados do Brasil e até nos E.U.A existem casas de Umbanda.
É um culto popular aceito em todas as camadas sociais e de fácil acesso


CANDOMBLÉ: O Candomblé é uma religião originária da África, trazida ao Brasil pelos africanos escravizados na época da colonização brasileira. Os Orixás são arquétipos de uma atividade ou função e representam as forças que controlam a natureza e seus fenômenos, tais como as águas, o vento, as florestas, os raios, etc. Cada Orixá tem um dia da semana a ele consagrado, por isso não se espante com a grande quantidade de baianos vestidos de branco nas sextas feiras, pois sexta-feira é dia de Oxalá, a divindade da Criação e branco é a sua cor. Oxalá é sincretizado com o Nosso Senhor do Bonfim, padroeiro da cidade do Salvador. O sincretismo entre o candomblé e a religião católica foi uma forma de defesa visando a preservação da religião proibida pelos escravocratas.
Também é denominado candomblé o templo em que são realizados os ritos e cerimônias. A visita ao candomblé, como a qualquer outro templo religioso deve ser feita com seriedade e respeito, seguindo-se algumas regras básicas: não trajar bermuda ou roupa de banho; não tirar fotos, gravar ou filmar os cultos.

AS DIFERENÇAS:
Esses são alguns tópicos que relacionei sobre as diferenças entre o Umbanda e o Candomblé, e com isso você poderá aprender um pou-co mais sobre a religião. Alguns grupos de Umbanda assi-milam mais elementos do espiritismo, dando origem ao Umbanda de mesa, [a qual] os adeptos cos-tumam chamar de "Mesa Branca". Porém, a maior predominância é dos rituais, que são semelhantes aos do Candomblé. Essa predominância varia de terreiro [para] terreiro, dependendo da doutrina de cada pai ou mãe de santo. Se essa predominância for muito grande, chamamos de "Umbandomblé". 
Apesar de alguns rituais e entidades serem as mesmas do Candomblé, existem ainda algumas particularidades que diferenciam o Umbanda do Candomblé. Por exemplo, os orixás no Candomblé não se comunicam diretamente com a assistência. Para que a as-sistência possa saber alguma coi-sa para melhorar sua vida, ela precisa falar com o babalorixá, que consultará os búzios. Só assim os orixás poderão orientar a pessoa sobre seus problemas. No Umbanda, a assistência pode consultar as entidades diretamen-te, sem precisar do jogo de Búzios, uma vez que as entidades podem utilizar o corpo do médium para se comunicar. Essa consulta só pode acontecer nos dias de gira de trabalhos; e essa gira é especial-mente para isso. Existem outras giras, como, por exemplo, a Gira de Desenvolvimento, onde os mé-diuns novatos praticam e se aper-feiçoam na comunicação com o orixá e entidades. [Além disso], no Umbanda, os orixás maiores ou santos (Iemanjá, Oxossi, Xangô, Ogum, Oxum, Ian-sã) não falam, quando eles "bai-xam" no terreiro (Só sua presença já é uma bênção). Os santos não têm a falange (linguajar) para que as pessoas possam entender. Eles já transcenderam da Terra [há] muitos anos e adquiriram muita luz, portanto aqui na Terra o má-ximo que fazem são emitir sons (ou mantras) como por exemplo o canto de Iemanjá, que para uns pode ser um canto e para outros um choro. As consultas ficam por conta das entidades de cada linha como: os baianos, preto-velhos, boiadeiros, marinheiros, crianças etc; que por estarem mais próximos de nossa realidade (pois desencarnaram há apenas algumas décadas - como no caso dos preto-velhos), podem nos ajudar – por conhecerem bem mais de perto os problemas terrenos. Outra característica marcante é o congar de um terreiro de Umbanda que tem, lado a lado, imagens de santos católicos (estes repre-sentando os orixás) e imagens das entidades (marinheiros, caboclos ameríndios, preto-velhos, crianças etc) e também podem ter outras imagens como de Santa Luzia, Santo Agostinho, Santo Expedito etc. 
Em terreiros de candomblé cada orixá tem seu lugar, [isto é], um quartinho, onde ficam os objetos do orixá. Os médiuns também não precisam ficar o dia inteiro no terreiro nem dedicar todo o seu dia a ele, basta apenas ter a res-ponsabilidade de estar nos dias de gira e cumprir sua missão com amor e caridade no coração. Os médiuns não incorporam, cada um, um orixá. Os médiuns se-guem a linha que os tabaqueiros e o Ogan (sabendo-se que ele só irá puxar um ponto quando o pai ou mãe de santo autorizar) puxam. Por exemplo, se estiverem cantan-do um ponto sobre Oxossi, os mé-diuns e a assistência já sabem que quem vem para trabalhar são os caboclos. 
Outra diferença básica é como os médiuns se preparam para incor-porar. No Candomblé, [eles] dançam num círculo em movimento, rodopiando seus corpos ao som dos atabaques e outros instru-mentos. [No] Umbanda, o médium fica parado, acompanhando por palmas os pontos cantados e es-perando o momento exato para a incorporação dos orixás ou das entidades. Para os médiuns novatos, a mãe ou pai de santo “puxa" a linha dos orixás fazendo o sinal da cruz em sua testa e trazendo os orixás pa-ra que médium que ainda não tem experiência suficiente para incor-porar o orixá sozinho, possa tra-balhar (porém nesse estágio ainda não podem dar consultas nem passes). Outro fator importante é o adven-to das cores, bem diferentes entre o Candomblé e o Umbanda. 
A música também é bem diferente, uma vez que no Candomblé vai depender de que nação é. [Já] no Umbanda, os cânticos são todos cantados em português. [Em geral], as roupas são brancas e o uso das cores fica reservado para os pais e mães de santo e em dias de festa e homenagem no terreiro. As roupas pretas e vermelhas são usadas em dia de Gira de Exu. [Isso é] reservado apenas ao mé-dium de incorporação e pais e mães de Santo. Os outros médiuns (novatos, ogans, cambones etc) devem usar roupas brancas somente ou com uma fita verme-lha presa a sua cintura. A assis-tência deve sempre ir a um terrei-ro de roupas claras, deixando a escura para as giras de exus (Ainda assim muitos terreiros orien-tam aos freqüentadores a usar a roupa branca). No Umbanda, o branco significa proximidade com a clareza, paz de espírito e abertura de seu corpo para as coisas boas (uma vez que o preto significa luto – corpo fe-chado). 
Se a pessoa quer receber uma graça, ela deve estar receptiva para que isso aconteça. Cada orixá vibra em uma cor. Por exemplo, Oxossi vibra na cor verde assim como Iansã na cor amarela, mas indiscutivelmente o branco (Oxalá) é aceito por qualquer linha.



 Ângela Cristina, Claudirene, cleidirene
3ºC tarde

Cotas para negros em serviço público visam reduzir desigualdades


Micaelle Magalhães alves  3º C

 

Juliana Dias
Thiago Teixeira | Ag. A TARDE
Vilma Reis: “Os negros não ocupam cargos de chefia. As cotas visam mudar isso”
Vilma Reis: “Os negros não ocupam cargos de chefia. As cotas visam mudar isso”
Apesar de os negros (pretos e pardos) representarem a maioria da população no Estado (76,2%) e na capital, (79,4%), segundo dados preliminares do Censo Demográfico 2010 do IBGE, a dificuldade de inserção deste segmento no mercado de trabalho foi o principal motivo para a Câmara Municipal de Salvador e a Assembleia Legislativa acolherem projetos de lei que dispõem sobre a reserva de vagas, comumente chamada de cotas, para negros nos concursos públicos, 30% no âmbito municipal e 20% estadual.
As medidas, segundo os parlamentares que propuseram os projetos, visam reduzir as desigualdades raciais e sociais existentes no município e Estado, que por ironia têm maioria negra. “De fato, o projeto é um paradoxo com relação à composição racial que temos na cidade. Percebemos que o nível de ocupação desta população no setor público é notadamente desfavorável. Eles já são maioria nos serviços gerais, como guardas e serventes. Agora, quando aponta para a ocupação de funções mais qualificadas a presença dos negros é ínfima”, diz o vereador Gilmar Santiago.
Unanimidade - Santiago é autor do projeto de lei (PL) complementar nº 02/2009 que estabelece 30% das vagas para negros. O projeto aprovado por unanimidade na Câmara, no último dia 24, serve de complemento à lei 01/1991 que estabelece cotas de 20% para pessoas portadoras de deficiência e 10% para aqueles que cumpriram pena em presídios em cargos do serviço público. O PL aguarda sanção do prefeito João Henrique que, a partir da data da aprovação, tem 15 dias para decidir. Na Assembleia Legislativa, o projeto de lei nº 19.371/2001, apresentado pelos deputados Bira Corôa e Joseildo Ramos, estabelece a reserva de 20% das vagas dos concursos para negros e índios, com a ressalva de que os candidatos sejam egressos de escolas públicas. O projeto está em fase de tramitação e deve ser apreciado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) nos próximos dias.
Prós e contras - Assim como a reserva de vagas para negros nas universidades públicas gerou polêmica, as cotas no mercado de trabalho suscitam debates sobre as políticas de ações afirmativas no País. Opiniões contrárias à adoção de cotas argumentam que a medida é uma violação do principio constitucional de igualdade dos cidadãos perante a lei.“Os cidadãos não podem ser privilegiados pela questão de raça, do ponto de vista político isso é muito grave porque introduz na população uma fronteira de raça. Acredito que o objetivo da política de cotas é produzir mudança na consciência das pessoas, a partir da definição de quem é negro e não-negro”, opôs o sociólogo e doutor em Geografia Humana pela Universidade de São Paulo (USP), Demétrio Magnoli.
A ala favorável às cotas cita a inserção digna do negro no mercado de trabalho e na forma de contratação ou pela inserção qualificada. “Na Bahia, as pessoas negras estão escondidas atrás das estruturas do setor público. Você chega em alguns espaços do Centro Administrativo, por exemplo, e sente como se estivesse no Rio Grande do Sul, pois só vê pessoas brancas ocupando cargos de chefia”, exemplificou a socióloga Vilma Reis.
Dados da pesquisa de emprego e desemprego da Região Metropolitana de Salvador , intitulada “A Desigualdade entre Negros e Não-Negros no Mercado de Trabalho”, do Dieese 2009, apontam que a presença negra na População Economicamente Ativa (PEA - 2008) alcança 85,4%. Contudo, a ocupação desta parcela se dá, com frequência, em setores e posições em que os rendimentos são menores (negros: R$ 4,75 e os não-negros: R$ 9,63; as jornadas mais extensas (42 horas semanais para negros e 41 horas para os não negros) e participação em postos de direção (28,4% para não negros e 9,1% para negros). 
Antônia Alves Feitosa, a Jovita Feitosa(1848 - 1867)   Histórica jovem brasileira nascida em Tauá, na Microrregião do Sertão dos Inhamuns, Estado do Ceará, que se destacou pela bravura e destemor, preparando-se para lutar na guerra contra o Paraguai. Filha de Maximiano Bispo de Oliveira e de Maria Alves Feitosa, perdeu a mãe ainda na adolescência, vítimada por uma epidemia de cólera, e mudou-se com o pai para Jaicós, no Piauí. Dedicada à arte da música, aos 17 anos tomou conhecimento do clamor patriótico criado contra o invasor Francisco Solano Lopez, que avançava pelo sul de Mato Grosso (1864), encaminhando-se para a colônia militar de Dourados, pretendendo chegar até Corumbá, iniciando a Guerra do Paraguai (1864-1869). Principalmente depois de saber que o Imperador Pedro II estimulava o patriotismo entre os homens, com a frase O Brasil espera que cada um cumpra o seu dever. Então largou seus anseios musicais e, disfarçada de homem, foi à capital alistar-se para ir à guerra lutar contra a humilhação passada pelos seus compatriotas nas mãos dos invasores. Cortando os cabelos e usando um chapéu de couro, disfarçou-se de homem e apresentou-se em Teresina, onde se agrupavam osVoluntários da Pátria. Conseguiu alistar-se, porém, ainda antes de partir para a guerra, foi descoberta por outra mulher, que percebeu os furos em suas orelhas e a denunciou às autoridades. Mesmo descoberta, foi ao Rio de Janeiro com os demais voluntários (1865), onde foi aclamada pelo povo e recebeu inúmeras homenagens, discursos e admirações devido à sua atitude patriótica. Contudo, log depois, o então Ministro da Guerra, Visconde de Cairú, expediu um ofício, negando-lhe permissão para a frente de combate e dando-lhe apenas o direito de agregar-se ao Corpo de Mulheres que iria prestar serviços compatíveis com a natureza feminina. Impedida de ir aos campos de batalha a jovem heroína viu seus sonhos patrióticos irem por terra, resolveu permanecer no Rio de Janeiro, decepcionada com o acontecido. Longe de sua terra e de sua família e fortemente amargurada, envolveu-se sentimentalmente com um engenheiro inglês de nome Guilherme Noot, passando com ele a viver na praia do Russel. Depois das muitas frustrações, inclusive de ter sido abandonada pelo amante, caiu em profunda depressão e acabou suicidando-se com uma punhalada no coração, com apenas dezenove anos de idade.




Figura copiada de página do SEBO DO MESSIAS: 
http://www.sebodomessias.com.br/

Raiara 3º C tarde

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Poesia

Quadrinha do preto velho
Vou te contatr uma história
De um preto que nem carvão
Não venceu, não teve gloria
Nessa nossa encarnação

Preto velho foi escrava
Seu companheiro? Um chicote
Conheceu bem cedo o travo
De ser vendido num lote

Apanhou, foi castigado
Sem motivo, sem razão
Seu? ficar cansado
Dcarregar um grilão

De manhã cedo, acordava
e dizia uma oração
Para quem o escravisva
Pedia sempre perdão

Anoitinha, se deitava 
Moido de trabalhar
com a força de fé, rezava
E começava a sonhar

Sonhava com os orisas
num mundo de liberdade
num mundo de bem , sem
isto, que se chama
de maldade.


Juliana Magalhães.
3º C Tarde

domingo, 19 de junho de 2011



Brasileiros pretos notáveis: Ernesto Carneiro Ribeiro • Ronaldinho •Pelé • Daiane dos Santos • Cruz e Souza • Joaquim Benedito Barbosa Gomes • Benedita da Silva • Seu Jorge
População total
"Pretos": 13.252.000, 6,9% da população brasileira[2]
Regiões com população significativa
Brasil, principalmente nas regiões sudeste enordeste
Línguas
Português
Religiões
                                   Predominantemente Cristianismo
               
                                 (maioria Igreja Católica) e uma pequena parcela pratica Religiões afro-americanas
                                     Grupos étnicos relacionados
                                                                    Brasileiros.






Nomes: Liliany, Dayane, Indianara, Claudirene.