Páginas

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Poesia

Quadrinha do preto velho
Vou te contatr uma história
De um preto que nem carvão
Não venceu, não teve gloria
Nessa nossa encarnação

Preto velho foi escrava
Seu companheiro? Um chicote
Conheceu bem cedo o travo
De ser vendido num lote

Apanhou, foi castigado
Sem motivo, sem razão
Seu? ficar cansado
Dcarregar um grilão

De manhã cedo, acordava
e dizia uma oração
Para quem o escravisva
Pedia sempre perdão

Anoitinha, se deitava 
Moido de trabalhar
com a força de fé, rezava
E começava a sonhar

Sonhava com os orisas
num mundo de liberdade
num mundo de bem , sem
isto, que se chama
de maldade.


Juliana Magalhães.
3º C Tarde

domingo, 19 de junho de 2011



Brasileiros pretos notáveis: Ernesto Carneiro Ribeiro • Ronaldinho •Pelé • Daiane dos Santos • Cruz e Souza • Joaquim Benedito Barbosa Gomes • Benedita da Silva • Seu Jorge
População total
"Pretos": 13.252.000, 6,9% da população brasileira[2]
Regiões com população significativa
Brasil, principalmente nas regiões sudeste enordeste
Línguas
Português
Religiões
                                   Predominantemente Cristianismo
               
                                 (maioria Igreja Católica) e uma pequena parcela pratica Religiões afro-americanas
                                     Grupos étnicos relacionados
                                                                    Brasileiros.






Nomes: Liliany, Dayane, Indianara, Claudirene.

segunda-feira, 13 de junho de 2011


Vocês conhecem Zumbi?

Alexandre Pires

Composição : Alexandre Pires / Luis Silva / Cláudio Rosa
Salve Zumbi!
Zumbi dos Palmares foi homem de carne e osso, não é lenda.
Foi um guerreiro libertário de si, e do negro no cativeiro.
Do povo afro brasileiro, antes escravo.
Zumbi dos Palmares foi o líder maior da resistência contra a tirania dos senhores das senzalas.
Não é fantasma que vaga na noite, é a consciência negra viva hoje.
A defesa do negro não foi só capoeira, pau de aroeira feito lança, arma de fogo, arma branca.
Ele tocava seus tambores e jogava sua dança, entoava seu canto.
Exibia sua voz que seduzia. Sua alma saia pela boca. Seu corpo esfarrapado.
Percorria um tipo de magia, que iludia a dor do ser escravo.
Negro teve que ter muita ginga, pra ver nos ares um que de liberdade que tardia.
Sua carta de alforria, seu direito, sua cidadania.
Se o negro ainda sofre a desigualdade social nesse país, sua luta continua inspirada em Zumbi.
Salve, Salve, Zumbi!
Vocês conhecem Zumbi
Ele foi o herói!
Negro, o Zumbi grande chefe guerreiro
Nunca mais o navio negreiro
Seu castelo um quilombo aonde se esconde um guerreiro afro brasileiro
O Zumbi não quis ser prisioneiro
Disse não ao senhor cativeiro
Na senzala falava, gritava
Liberdade, liberdade!
Refrão:
Vocês conhecem Zumbi
Ele foi o herói!
Epa! Super-homem aranha sem teia
Em palmares era capoeira.
O direito divino que pensa que dança ao som da corrente quebrada
Do chicote não resta mais nada
Ficou fora da lei chibatada
Grita negro sem medo enredo sem medo
Liberdade Liberdade!
Epa! Grande chefe afro brasileiro
Super-homem aranha um negro
Que não tinha espada lutava
Contra o preconceito, sua casa é Palmares
Sem Corrente, sem patrão que bate
Sinhozinho que pensa que sabe
Luta negro, pra ter respeito
Liberdade Liberdade!
É vocês conhecem Zumbi
Então diz aí, diga aqui, diga em todo lugar
Fala do Zumbi, na escola... Pátria sem memória
Tá só ti ti ti no bla bla bla
Ignora o seu talento, o sofrimento e o gosto da vitória
Fala aí pro seu guri
Num bate papo, conta essa historia
Daí fala pro rebento, fala de Zumbi
Da verdade da luta do negro pela igualdade
O respeito a amizade
Grita, grita!
Liberdade, Liberdade!
Ele foi o herói!!!
Nathalia Lima  3º C

terça-feira, 7 de junho de 2011


Pastoral Afrobrasileira

Pastoral Afro-brasileira lamenta morte de Abdias do Nascimento

abdias_nascimentoA Pastoral Afro-brasileira da CNBB lamentou, por meio de uma nota de pesar, o falecimento do líder negro Abdias do Nascimento, 97. “Depois de uma existência longa, marcada pelo compromisso profundo em favor da inclusão da população afro-brasileira, Abdias partiu para a casa do Pai”, diz o texto. “Ele cumpriu com fidelidade uma missão valiosa aos olhos de Deus e dos afro-brasileiros”, completa.
Inacielly 3ºC




 Marcelo Henrique